Coluna do Cidão - Relacionamentos PDF Imprimir E-mail
Dom, 22 de Agosto de 2010 21:25

ATENÇÃO: Esta coluna visa apenas fazer humor com fatos do cotidiano dos fãs e é propositadamente escrachada e exagerada apenas para descontrair. A intenção dela não é ofender nem desprezar ninguem. Como toda critica humoristica ela também não deve ser levada a sério em sua totalidade. Alguns nomes de personagens aqui estão errados propositadamente e por mais que isso seja óbvio eu tenho que deixar claro pois tem sempre algum chato pra reclamar disso por e-mail.

Boa noite senhoras e senhores! Estamos aqui reunidos pela segunda vez. Desde a última manifestação da "Coluna do Cidão", foram recebidos centenas de e-mails que abarrotaram a minha caixa de entrada. Multidões de fãs (do sexo feminino, é claro) me questionando se eu tinha namorada, ficante, e até propostas de casamento e sexo sem compromisso foram me ofertadas desde que foi escrito o primeiro tema da referida coluna!

Eu devo agradecer a todos os leitores que apreciam esse trabalho sobre a maravilhinda série Fainal Fêntasy e, aos toperas de plantão, fica aí a dica: A coluna é escrita de 15 em 15 dias, então, nada de recados do tipo "Poxa, por que voce não escreve todo dia?". Senhores, eu tenho uma vida social recheada de coisas pra fazer, a coluna é só um hobby. Mas ainda estou aceitando propostas para sexo casual, em todo caso.

Pois bem, superada essa introdução inicial (novamente, notamos a mão pesada da malevolência do meu chefe, do dono do site, alegando que se eu não fizesse essa introdução iriam haver cortes nos salários, nada de bebidas grátis quando fosse em sua casa, tampouco aquela conta que eu possuo no site de hospedagem dele) podemos continuar, dessa vez, tratando de um assunto que muitos jogadores a-do-ram.

Falando assim, vemos aqui destacadas as palavras: sexo, sexo casual, casamento e tantas outras sugestivas, que nos lembram que, apesar de um jogo, Final Fantasy é também um antro manifesto de casos românticos (que mais lembram a saudosa trilogia de novelas mexicanas exibidas pelo Sistema Brasileiro de Televisão; Marimar, Maria do Bairro e Maria Mercedes) de todas as espécies, para todos os gostos.

Diante do exposto, vamos começar finalmente essa tranqueira, e vamos começar pelo começo, cronologicamente, do primeiro ao ultimo FF, com algums eventuais comentários meticulosos a respeito.

O começo é Final Fantasy I, mas as relações lá geralmente eram na base do escambo, então não tinha muito... contato, nem história, nem fala, era apenas 'salve a vila do mal'... 'obtenha a espada...' 'morfe numa classe superior a lá power rangers...' Então, não podemos esperar exatamente algum relato de romance (a menos que fossem entre os quatro grande... sem nome... personagens... do jogo). Provavelmente a interação, que já era pouca, se torna nula nesse campo, a menos que houvesse casos de amor entre chocobos procriando entre si (antes mesmo de fazerem suas aparições físicas nos próximos jogos da série).

Passando adiante, temos o saudoso Final Fantasy 2, um grande game, que angariou múltiplos fãs de todos os multiversos possíveis e impossíveis, com sua história cativante e personagens deverás carismáticas, como o saudoso Príncipe Scott e o brutamentes Guy. Feliz ou infelizmente o jogo nos revela, apesar de todo esse aparato que o torna incontestávelmente estupendo, que não existem também casos de amor com os protagonistas, o que é uma pena. Temos o personagem principal, Fírion, e sua colega Maria, lutando contra a tirania de um imperador malévolo, algo bem criativo e que em absolutamente nada lembra Star Wars episódio IV. Bom, ao menos nesse filme, o Harrison Ford pega aquela gostosa lá, o que não acontece em FF2 com Fírion, que ficou só na mão.

Agora, chegamos a um jogo estranhamente curioso, que é o terceiro game da franquia. Um jogo repleto de caracteríscitas marcantes, seja pelos seus gráficos ou pela onipresença dos grandiosos ONION KIDS (jovens órfãos que tem seus poderes concedidos pelo cristal mágico bla bla bla). A menos que algum dos Onion seja traveco e goste de escorregar no quiabo (algo que provavelmente nunca iremos saber) não existem relatos de qualquer romance (de novo, ta ficando chato já...) no referido jogo.

FINALMENTE, depois de muito tempo, a QuadradoSoft resolveu mudar seus paradigmas e percebeu que seus jogos eram incrivelmente bons, fáceis de jogar, interessantes e quase que divinos. Mas faltava algo. Sim, faltava algo que elevasse o jogo a um patamar nunca antes chegado. Faltava uma bela buce... digo, faltava um personagem principal bad boy que se apaixone por uma amiga gostosa que tava em perigo e depois virasse um cavaleiro da luz na luta contra o mal. Nesse contesto é que surge o brilhante FF4, protagonizado por Cecil, o cavaleiro que não tem medo do escuro, seu amigo "chifrudo" e com dor de cotovelo, Kão, o habilidoso Dragoon que tem uma queda por Rosa, a amiga gostosa, White Mage por quem Cecil é apaixonado e vice versa. Assim, temos uma coisa nova e curiosa: Um triângulo amoroso (novamente, parece que estamos diante de mais uma das novelas mexixanas, os famosos pastelões - como a famosa novela A Usurpadora, onde Carlos Daniel gostava de Paola, que gostava de Bráulio, que gostava de Paulina, que gostada de Carlos Daniel).
Assim, a trama se desenvolve em torno dessas relações desvirtuadas, em que Kão desesperadamente tenta esconder seu sentimento por Rosa, mas está dividido pela amizade do seu melhor amigo Cecil. Aí então ele percebe que nada pode fazer, se não usar do famoso ditado "mulher de amigo meu pra mim é violino, eu viro a cara e meto a vara".

Infelizmente, a fórmula do seu antecessor, o pastelão mexicano com molho chilli, doritos e queijo ralado, não foi aproveitada em FF5. Apesar de haverem fortes boatos (provados pela cena no início do jogo, quando o famigerado Putz adentra o INN e ve Faris durmindo, então ele descobre que ela é uma mulher, e não um homem, como havia pensado - lembraram de alguém ai? Ronaldo Bolão, trocando as bolas... Pois é, até em FF as pessoas se enganam...) de que Putz tinha uma leve queda por Reina, por Faris, pelas meninas do PUB e por todas que tivessem mais de 15, mijassem sentadas e não fossem sapo. Mas, são só boatos. Certamente, não poderia esquecer da figura do velho tarado, compaheiro de aventuras eróticas. Ao lado de Putz, encontra-se o senil Galuf, que também, no começo do jogo, assim como Putz, revela ter uma queda pela(pelo?) Faris.

Mas sem sombra de dúvida, pra não passar em branco, o troféu desse título vai mesmo para ele, o chocobo amarelo, o verdadeiro garanhão reprodutor, o "touro bandido", o supra sumo da reproduação. Sim, todos eles são um só: BOKO. Em dado momento, enquanto caminhava pelo mundo, em busca de uma petec... digo, de diversão, Putz, montado em seu chocobo, adentra uma caverna, e é surpreendido por ninguém mais ninguém menos do que KOKO, a esposa de BOKO, que revela que já esta com ela há muito tempo e que inclusive ela já esta grávida! Então, Putz apenas profere as palavras "Boko, your old snake!" ("Boko, sua cobra velha", para os leigos).

Chegamos a FF6, um jogo que nem merece muitos comentários, pois suas histórias de amor são totalmente melosas como rapadura com goiabada e creme de baunilha. Temos o gatuno Locke, com todo o seu jeito de gentleman, em busca da cura para sua amada Rachel. É até pecado tentar ser irônico e desqualificar a missão desse nobre rapaz, que logo após conhecer Celes, esquece de Rachel e se concentra apenas na loira, no intuito de obter o seu objeto de adoração máxima. E por falar em Celes... alguém se lembra que ela ficou presa no calabouço? Eu fico aqui pensando comigo mesmo... O que um maluco, lunático, psicopata, doente mental metido a godlike como o Kefka faria pra se divertir, além de sonhar em lançar raios sobre o mundo e torturar as pessoas inocentes - é claro. A resposta me parece um tanto quanto (in)sensata... Celes ta lá, sozinha, quieta no canto dela, sacomé né, faz tempo que não dava uma rapidinha... Então dai voces imaginam o que a mente maníaca e a abistnência de Celes não culminaram.

Por fim, temos Setzer, o maverick do poker apesar do nome, que não é Cid, mas pilota uma aeronave. Setttz tinha um caso com a querida Daryl (ou assim entendemos), até que numa disputa por fortes emoções, o coração dos dois se entrelaça numa corrida de airships: uma corrida pelo amor. Setzer ve que em dado momento, Daryl cai com sua ariship e ele nota que ela não mais voltará... então ele diz "Daryl, nada pode nos separar, pois estamos ligados pelo laço eterno do destino", proferindo essas palavras ao vento, a suave e gélida brisa que fazia-no pensar somente em uma coisa: "Porque diabos não trouxe um casaco, aqui em cima é muito frio".


Vamos caminhando ao final... (ou não, ainda falta muita coisa, vamos dar uma pausa ai para quem chegou até aqui, vão lá fora, tomem um ar fresco, joguem um Bublu Puzzle 4, ouçam Beto Barbosa, estralem os dedos e preparem-se para mais um round!).

 

Jet - Cidão