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Sex, 03 de Setembro de 2010 23:47

 

Plataformas: Super Famicom, Playstation, Game Boy Advance (breve)
Lançamento Japonês: 1994 (2 de Abril)
Lançamento Americano: 1994 (11 de Outubro, como FFIII), 2002 (17 de Maio, em FF Anthology)

Um dos enredos mais épicos, ousados e bem feitos da Squaresoft. FFVI foi um dos jogos da saga que mais marcaram o jogador através de um elenco de protagonistas com personalidades sinceras e bem trabalhadas.

Foi dirigido por Yoshinori Kitase e Hiroyuki Itou, músicas por Nobuo Uematsu e design de personagens por Yoshitaka Amano.

Final Fantasy VI foi o terceiro jogo da série a ser lançado nos EUA. Como resultado disso, o jogo ficou conhecido no ocidente por Final Fantasy III. Várias mudanças aconteceram na versão americana, inclusive censura de gráficos femininos e linguagem inapropriada. Ele foi o último jogo da série a ser lançado para Super Famicom, um remake de FFVI foi lançado para Playstation anos depois em versão americana, agora com o número certo, FF VI .

Segundo a história do jogo, um Império bélico está tentando ressuscitar a magia dos deuses, extinta há 1000 anos depois da guerra dos Magi. O imperador Gestahl encontra uma garota capaz de utilizar poderes místicos. Com a ajuda do ladrão Locke, a garota escapa do Império e, juntos, com o grupo rebelde Returns, travam um conflito arrasador contra o império de Kefka que se torna o grande vilão após sua traição.

Essa é sem dúvida uma das maiores tramas da série Final Fantasy, Kefka é um dos vilões mais amado ou odiado dos fãs, muito antes do queridinho Sephiroth dar as caras.

Final Fantasy VI foi o começo de uma era em que Final Fantasy passou a ter enredos cada vez mais cinematográficos e sérios. Foi aqui que futuros gênios da empresa tiveram mais destaque, Tetsuya Nomura começou a criar personagens mais ativamente a partir de FFVI, ele criou Setzer e Shadow.

Os temas adultos da sexta versão não são poucos. Cada personagem tem sua história, personalidade, fraquezas e virtudes. Eles amadurecem claramente durante o jogo à medida que encaram seus medos pessoais e encontram as respostas que procuram. Em FFVI, temas como genocídio, solidão, moral, suicídio e a esperança frente ao fim do mundo são abordados constantemente e enriquecem ainda mais o enredo.

FFVI foi o jogo que implementou a novidade de trocar de personagens ativos durante as batalhas.
e também estreou o Limit Breaker, em que o personagem que estivesse morrendo poderia ter a possibilidade realizar ataques arrasadores.

Ele ia ser lançado para o PC pela Eidos, mas a empresa rompeu com a Square. Novamente, a Square queria lançar para GBA por que o WonderSwan Color não agüentaria. Eita portátil chato.