Square-Enix - Parte 2 (5 Anos) PDF Imprimir E-mail
Dom, 22 de Agosto de 2010 21:18

Square Enix

Há cinco anos atrás, as duas maiores impressas no ramo de RPG, até então rivais, se juntaram em uma fusão que geraria a maior empresa de RPGs de todos os tempos: Square Enix. De repente tudo mudou, os fãs da Square ficaram chocados com a notícia, e os fãs da Enix também não conseguiam aceitar direito os fatos. O que aconteceria agora com jogos rivais como Dragon Quest e Final Fantasy? No entanto, com o tempo, todos foram se acostumando com os novos rumos da empresa, mas há sempre aqueles que preferem a antiga Square(soft) e aqueles que preferem apenas a antiga Enix.

Você talvez já saiba disso, mas a Enix em termos técnicos foi quem comprou a Square, e não o contrario, o que é o que a maioria pensa. Também as ações que a Sony possuía da Square na época se dissolveram com a fusão. Muita gente acredita até hoje que a mãe do Playstation tem uma fatia das empresas da Square Enix.

 

 


O que representaria essa fusão? Muitos até hoje reclamam que a nova política adotada pela empresa de “mais Final Fantasy” não foi uma coisa boa. No início, fãs de Dragon Quest temiam que sua franquia fosse esquecida pelo tempo, devido a maior popularidade de FF pelo mundo (apesar de DQ vender bem mais no Japão). Mas a empresa provou que os jogos da antiga Enix não foram esquecidos. Na rivalidade entre os fãs da Enix e os da Squaresoft, os fãs da antiga casa de DQ afirmam que a maioria das franquias atuais da Square Enix pertencia a Enix. Alguns exemplos de jogos dela são Valkyrie Profile, Grandia, Dragon Quest, Star Ocean. Mas a Square Enix não bebeu apenas das franquias de uma das partes. Mesmo com a perda de jogos de renome, que infelizmente nunca mais saíram como Parasite Eve, série Chrono, e Xenogears (que foi pra Namco), logo os fãs da nova empresa teriam franquias novas para adorar. Enquanto a antiga Enix vinha com suas franquias, a Squaresoft tinha série Final Fantasy, Kingdom Hearts, Mana, SaGa, Front Mission.

Os primeiros jogos aqui no ocidente lançados com o selo Square Enix foram Final Fantasy X-2 e Star Ocean: Till The End of Time. Mas não da pra negar que de Square Enix os dois jogos tinham pouco. Suas produções começaram quando a empresa ainda não estava fusionada. Mas na hora final de lançar, quando tudo já havia acontecido, os jogos acabaram levando o selo. FFX-2 assustou a todos os fãs, e muitos bateram perna e acreditavam que essa “bizarrice” era conseqüência da fusão das duas empresas. A saída de grandes nomes de dentro da empresa, como o próprio criador de Final Fantasy, Hironobu Sakaguchi, Nobuo Uematsu virando freelancer, e a saída dos criadores de Xenogears não contribuíram para a boa imagem da empresa. Mas a Square Enix ainda iria provar quão boa era, mesmo com todas as dúvidas e incertezas que nasceram no inicio de sua formação.

Foi então que a Square Enix mostrou novos rumos e suas armas. Sua editora, dona da revista Gangan lançou mangás muito famosos entre o público japonês , como FullMetal Alchemist, que rendeu até alguns jogos para a empresa, apesar de não serem um primor em técnica e inovação, os jogos não se saíram tão mal. A Square Enix também entraria de vez, e de cabeça no ramo dos celulares, e a compilação de Final Fantasy VII seria anunciada, deixando eufóricos todos os fãs desse capitulo da série. Além das novidades, em 2005 ela acabaria comprando a empresa Taito, responsável por jogos como Space Invaders, e o não tão famoso (mas bom) RPG, chamado Lufia. Com sede no Japão, e também nos EUA, Europa, a Square Enix em Janeiro de 2005 também aumentaria seus horizontes, concretizando a nova Square Enix China. Logo após a fusão, em 2003, a Square Enix mudaria seu escritório para Tokyo, bairro Shibuya-ku. É difícil na internet encontrar fotos do prédio da Square Enix. No entanto no site oficial, e em outra matéria do site Square Enix Brasil, chamada “Revivendo Squaresoft” é possível ver a imagem de um mapa da localização do prédio. Digite o nome que aparece destacado em azul, no Google, e pronto, entrará no site de vários prédios, podendo visualizá-los.

FullMetal Alchemist foi a primeira grande novidade, primeiro no mundo dos mangás, que passou para os jogos, mas outros nomes chegariam aos mangás, Kingdom Hearts certamente o mais famoso de todos lançados pela Square Enix, e recentemente a empresa anunciou o mangá de Final Fantasy XII e Valkyrie Profile. Além dos ramos mangá, Square Enix declarou a aquisição da Unreal Engine, famosa engine para desenvolvimento de jogos, muito usada atualmente.
Novos jogos, velhos jogos, novos rumos.

Final Fantasy

Primeiro as novidades que a fusão trouxe para a série Final Fantasy não foram poucas. Final Fantasy X-2 que foi produzido pela Squaresoft ainda, não chegou nem perto de todas as mudanças que ocorreriam com a série.

Primeiro grande destaque foi à compilação de Final Fantasy VII, um ambicioso projeto que lançaria vários jogos com a marca “FFVII” , completando a história do jogo original de 97. O anuncio foram Crisis Core, um jogo para PSP que mostraria a história de Zack, amigo de Cloud. Before Crisis, mostrando alguns fatos envolvendo os Turks, esse jogo seria lançado apenas para Celulares em forma de vários downloads. Dirge of Cerberus, para Playstation 2, um jogo de tiro e ação, com alguns elementos de RPG, tendo como protagonista Vincent, personagem secreto de FFVII. E um filme chamado Advent Children, contando a história dois anos após o fim do jogo. Ainda mais tarde teríamos, Dirge of Cerberus Lost Episodies, lançado para celular, completando detalhes da história do jogo para PS2.

Essas primeiras novidades espantaram muitas pessoas, deixaram outros com muita alegria e expectativa, e encheram de raiva alguns. O motivo de tantos sentimentos diferentes, foi o fato da maioria de fãs de FFVII aprovar o projeto, pois quanto mais jogos e filmes com Sephiroth saíssem, mais eles vibravam, e o outro lado mais conservador enxergava mais longe, e temia pelo futuro da série, vendo que esses novos rumos quebravam tradições. Nunca tantos jogos sobre o mesmo FF haviam saído, na verdade, antes de FFX-2, isso nunca havia acontecido. E a compilação de Final Fantasy VII era só o início de muitos FF.

A segunda novidade talvez que tenha feito os fãs da série torcer o nariz foi o fato de que Final Fantasy Crystal Chronicles, um jogo não tão bem aceito pelos fãs, pelo fato de não ter muitos elementos da série, viraria uma “série dentro da série”, como Final Fantasy Tactics. O anuncio de mais dois FFCC gerou estranheza nos fãs. Final Fantasy Crystal Chronicles iria aparecer novamente no Nintendo DS, e no Nintendo Wii, como Ring of Fates, e Crystal Bearers. Quanto mais FF, melhor? Tudo bem. Mas o mais intrigante foi que, aos poucos FF começou a mostrar as caras nos consoles da Nintendo, não só a série FF, mas a empresa Square Enix estaria voltando aos consoles da Nintendo Pouco a pouco. Visto que a Squaresoft não produzia mais nada (significativo) aos consoles da BIG N, desde FFVI. Foi depois da fusão que jogos para Game Cube e Game Boy Advance começaram a surgir.

Além disso, a série FF ganharia um grande “boom” com a chegada de FFXII, muitos conceitos mudaram, e outros foram jogados fora. O sistema de batalha talvez seja o mais significativo, apesar de já acostumados com o sistema de FFXI, muitos ficaram com cara feia para um sistema de batalha sem turnos em um jogo offline. FFXII mostrou um dos maiores mundos da série, só perdendo para FFXI, com vários cenários, sem as tradicionais summons, mas com outras totalmente novas, sistema de batalha sem turnos, sem troca de tela, e em tempo “real”. Tudo isso, e muito mais fez com que Final Fantasy XII criasse novos conceitos para a série, que seriam passados adiante, até para outras séries da Square Enix, e para outros episódios de FF, além da honra de ser imitado por outras empresas.

Foi então que a Square Enix anunciou Ivalice Allience, um novo projeto nos moldes da Compilação de FFVII. Ivalice Allience são jogos ambientados no mundo de Ivalice, e o primeiro de todos anunciados foi uma continuação de Final Fantasy XII (lançado para PS2), intitulada Final Fantasy XII: Revenant Wings, para Nintendo DS. Jogo que mostra a história após os acontecimentos finais de FFXII, com foco nos personagens Penelo e Vaan, com novas raças, e também contendo novos summons, os novos de FFXII, e os antigos da série, sendo o FF com o maior número de summons até hoje.

Mas o projeto Ivalice Alliance não para por aí, um remake de Final Fantasy Tactics (lançado para PS1) foi anunciado para o PSP. Contendo novos jobs, novas animações, novos diálogos, e esperamos que a versão americana contenha nova tradução. Lembrando que FFT teve uma das piores traduções de todos os tempos. Além disso, uma continuação de Final Fantasy Tactics Advance, lançado para Game Boy Advance, foi anunciada para Nintendo DS. O jogo se chamará Final Fantasy Tactics Advance 2: The Sealed Grimoire. Poucas informações além do nome dos personagens foram reveladas.

Tudo isso estava sendo inédito na série Final Fantasy, mas nada seria tão grandioso como o novo projeto chamado Fabula Nova Crystallis. Este projeto apresentado na E3 de 2006 é nada mais, nada menos que vários jogos do décimo terceiro capitulo da série. Isso mesmo, Final Fantasy XIII nem ao menos estava perto de ser lançado, e suas “continuações” já estavam anunciadas. Final Fantasy XIII para Playstation 3, Final Fantasy Versus XIII para Playstation 3, e Final Fantasy Agito XIII para celulares, e mas recentemente, ainda obscuro de informações, Final Fantasy Hearesis XIII, para algum console. FFXIII terá o ambiente mais futurista de todos os FF, e até agora poucos detalhes e personagens foram revelados. Dentre os personagens principais de FFXIII está Lightning, uma mulher que usará como arma uma espécie de Gunblade, parecida com de Squall em FFVIII.

Já Final Fantasy Versus XIII será mais voltado para ação/RPG, com história ambientada no mesmo mundo de FFXIII, mas não na mesma época. Não são exatamente continuações um do outro, mas todos acreditam que as histórias irão se ligar, mesmo que sutilmente. E Final Fantasy Agito XIII para celulares não foi revelado muitas informações relevantes, o jogo se passa em uma escola de magia chamada Akademia.

Até hoje esses três projetos, especialmente Fabula Nova Crystallis geram dúvidas e receios na cabeça dos fãs de Final Fantasy, mesmo depois de algum tempo, alguns demoram a se acostumar com os novos rumos que a fusão da Square + Enix acabaram dando a série.

Dragon Quest

Muitos fãs acreditavam que Dragon Quest estava no esquecimento da empresa, Final Fantasy era o foco, e nada parecia demonstrar algum sinal de vida para a série. Mas a Square Enix, também tem Enix no nome, e provou que não esqueceu de sua principal franquia. Dragon Ques começou atacar os portáteis, e celulares. Para GBA foi lançado Dragon Quest Monsters: Caravan Heart. Já os celulares ganharam Dragon Quest, Dragon Quest II, e Dragon Quest Monters (no Japão vale a pena ter celulares, pode apostar). Os fãs estavam felizes, mas ainda não tinham o que queriam: Dragon Quest VIII. Foi então que em novembro de 2004 (no Japão) Dragon Quest VIII seria lançado, inovando em um grande aspecto, sendo o primeiro DQ a ser ambientado 100% em 3D.

Dragon Quest VIII desenvolvido pela LEVEL 5, e produzido pela Square Enix obteve um grande sucesso, 4 milhões de cópias no Japão. Os gráficos em cel-shading, e o ambiente do mundo enorme, sempre em movimento, com troca de noite para o dia (infelizmente ainda quase inédito na série de FF, com exceção de FFXI), tudo tornaria Dragon Quest VIII um dos melhores jogos da série. E finalmente o ocidente conheceria o jogo pelo seu nome original, até Dragon Quest VII o jogo era conhecido como Dragon Warrior no ocidente. Mas a Square Enix conseguiu registrar o nome para seu jogo, e agora DQ, é DQ em qualquer lugar do mundo. Os fãs no entanto reclamaram das “poucas” horas de jogo. Nem todos terminaram DQVII, mas quem terminou se lembra de suas “básicas” 200 horas de jogo. Enquanto DQVIII pode ser terminado tranqüilamente em menos de 100 horas.

Então, Dragon Quest Rocket Slime chegaria ao Nintendo DS, e mais surpreendente, chegaria ao ocidente. O jogo tem uma premissa infantil, e até repetitivo, mas pode ser divertido se você não pensa em jogá-lo por mais de 20 minutos no trem ou no ônibus. Você controla o slime azul, mascote da série DQ, e tem que salvar a sua vila. Bem simples, mas com uma jogabilidade bem diferente.

A maior de todas as novidades ainda estaria por chegar, Dragon Quest IX, anunciado exclusivamente para Nintendo DS, deixaria os fãs atônitos. Alguns simplesmente odiaram, simplesmente por que o jogo apresentará grandes mudanças pra série. Primeiro Nintendo DS, e não um console normal de mesa, as limitações de um portátil são muitas, e NDS não é bem o que se esperaria para uma continuação de uma das franquias principais da Square Enix. Depois, conexão Wi-fi, jogue junto com mais três amigos e se divirta com DQIX. Ao menos a Square Enix garante que o modo single player não será diferente, e você poderá controlar os outros personagens também, mesmo sem conexão Wi-fi. A outra novidade, talvez o maior motivo de indignação dos fãs, o sistema de batalha não é mais por turnos, e sim no estilo action/RPG, parecido com a série Mana. Em uma recente pesquisa, muitos japoneses afirmaram não estarem tão satisfeitos com Dragon Quest IX. No entanto, em todas as pesquisas da revista Famitsu, Dragon Quest IX está sempre nos primeiros lugares na lista dos mais aguardados pelo povo da terra do sol nascente.

E agora, uma nova empreitada, totalmente diferente de tudo que se viu até hoje na série DQ, chegará ao console da Nintendo, o Nintendo Wii receberá Dragon Quest Swords, jogo em primeira pessoa com jogabilidade totalmente inédita.
Nem só de Final Fantasy e Dragon Quest vive a Square Enix, alguns iriam dizer que a empresa matou outras franquias, e no máximo conseguiriam lembrar de Kingdom Hearts como grande jogo. Mas provando que não havia esquecido seus antigos jogos, Square Enix anunciou o projeto, World of Mana, um revival da série Mana (Seiken Densetsu). Seguia um molde parecido com os outros projetos, mas com um conceito diferente. Os jogos não são continuações, direta, nem nada.
Chldren of Mana para Nintendo DS deu um grande passo para esse revival. O jogo teria características diferentes da série, mas mantendo a essência. Dessa vez só existe uma vila onde você vai e faz toda suas coisas, conforme passa das dungeons e avança no jogo. E o jogo també apresentaria suporte para multi jogadores via wireless. Surprendentemente (ou nem tanto) o jogo também fez sua estréia na terra do tio Sam.

Friends of Mana, jogo para celular seria uma das próximas continuações do revival, no entanto ainda não tem uma previsão, nem grandes detalhes quanto ao jogo. Os fãs estavam adorando esse revival, Seiken Densetsu tem uma legião de fãs muito grande no Japão, mas eles queriam mais, foi então que a Square Enix anunciou Seiken Desetsu 4, ou Dawn of Mana, para Playstation2.

Dawn of Mana, assim como Dragon Quest VIII é o primeiro jogo da série Mana a ser totalmente em 3D. A ter dublagem, e a mostrar as origens da arvore mana, além disso, não possui jogabilidade multiplayer, característica da série. O fato do multiplayer sair deixou alguns meio tristes, mas a série ganha ares mais “sério” com essa versão. Os Japoneses aprovaram, e agora Dawn of Mana também chegará aos EUA.

Heroes of Mana, jogo de estratégia para Nintendo DS também com data marcada para aterrissar na terra ocidental, é outro grande jogo do revival que introduz grandes novidades. A primeira novidade, e a mais marcante é o fato de não ser um action/RPG, mas sim um jogo de estratégia ambientado no mundo de Mana. O jogo se passa 19 anos antes de Seiken Densetsu 3 (nunca lançado fora do Japão). Tera novos personagens, e também alguns conhecidos de SD3.

As novas franquias também surgiram na Square Enix, Drakengard, Radia Stories são exemplos de bons rpgs totalmente inéditos da empresa, junto também de Code Age Comanders, que infelizmente só ficou no Japão. Sem esquecermos de It’s a Wonderful World, jogo inovador em produção para Nintendo DS. Valkyrie Profile 2, Grandia III são provas de que todas as franquias têm um espaço dentro da empresa, mesmo Musashi, que ninguém esperava ver novamente, ganhou uma sequencia para Playstation 2. A série Front Mission ganhou seu quinto episódio, e sua versão online, e recentemente um remake de FM1 para Nintendo DS foi lançado no Japão. A série SaGa, de SaGa Frontier 1 e 2, e Romancing SaGa, também ganha nova versão. Um remake de Romancing Saga 1 foi lançado para Playstation2, chamado Romancing SaGa: Ministrel Song.

Os jogos online foram uma das grandes novidades da Square Enix, Final Fantasy XI, e Front Mission Online são apenas os dois maiores exemplos, mas no Japão a Square Enix também lançou um modo online para o jogo Dirge of Cerberus (que obteve pouco sucesso), um jogo online inédito chamado Fantasy Earth, e mais recentemente anunciado Concerto Gate, além disso, um RPG online para PS3 está em produção pela empresa. Esses novos mercados aos poucos foram chegando, e agora estão consolidados como uma área em que a Square Enix já tem uma boa base e experiência. Em um dos seus últimos lançamentos de 2006, Final Fantasy III para Nintendo DS, um modo online Wi-fi para troca de mensagem e itens foi adicionado ao remake.

Nem só de RPG vive o homem

As novidades da fusão não paravam, e o que no passado parecia impossível, hoje já foi concretizado até como nova franquia da Square Enix, Itadaki Street, apesar de nunca ter sido lançado fora do Japão, já teve duas versões lançadas, e 1 anunciada para Nintendo DS. A primeira versão para Playstation2, chamada Dragon Quest and Final Fantasy in Itadaki Street surpreendeu a todos juntando personagens de Dragon Quest e Final Fantasy em um único jogo. O game é uma espécie de Mario Party, é um jogo de tabuleiro multiplayer,que se assemelha muito com a festa do Mario da Nintendo. Mais tarde, Itadaki Street chegaria as telas do PSP, também com personagens de FF e DQ, mas com mais personagens, tabuleiros e outras novidades adicionais. E recentemente Itadaki Street DS foi anunciado, dessa vez FF ficara de fora, e a sigla DS significa Dragon Quest e Super Mario. Isso mesmo, jogo de tabuleiro com personagens de DQ e Mario. E para quem acreditava que com isso já teria visto de tudo, não foi surpresa quando a Square Enix anunciou um jogo de basquete para Nintendo DS com os personagens de Mario. Isso mesmo, Mario Hoops 3-on-3 é o nome do jogo, e usa com perfeição as duas telas do portátil da Nintendo e também a caneta Stylus, tornando-o um jogo de basquete complicado de início, mas muito divertido no final do resultado. Recentemente chegou no Japão e EUA, Final Fantasy Fables: Chocobo Tales, a ave amarela não ganhava sua aventura “solo” desde a época do Playstation1, e finalmente está de volta, com jogabilidade de RPG, party games, e minigames. No Japão o jogo não carrega o nome FF, sendo chamado apenas de Chocobo and The Magic Picture Book. Não sendo suficiente, a empresa responsável pelos maiores rpgs do mundo, também aderiu a outro gênero, jogos de nave. Isso mesmo, Project Sylpheed para Xbox360 é um dos jogos mais inesperados que a Square Enix podia ter lançado. Com poucas chances de sair no ocidente, o jogo conta com personagens carismáticos, boa história, e gráficos competentes, é uma pena mesmo que nada de uma versão americana tenha sido declarada.

O mundo de celulares, o universo online, a junção de personagens de séries, e o retorno aos consoles da Nintendo são algumas das novidades que a Square + Enix trouxe para os fãs de RPG do mundo todo. E a poucos meses atrás, a Square Enix anunciou que tem vontade de lançar versão Europeia (e americana) de vários jogos, entre a lista mostrada pela empresa, estavam Radical Dreamers (jogo que conta a história da personagem Kid de Chrono Cross), e Seiken Densetsu 3. O que nos resta é esperar que isso ocorra. No ano em que ela faz aniversario de 5 anos de fusão, Final Fantasy completa 20 anos de vida, e Final Fantasy VII dez anos desde o seu lançamento. É um ano de muitas festividades para uma empresa só. O que os fãs podem esperar agora? Kingdom Hearts com personagens de Mario? Square Enix lançando seu próprio vídeo game? Nunca se sabe o que a casa dos maiores RPGs do mundo nos reserva. Mas uma coisa é certa, é sempre algo surpreendente.

Jogos da Square Enix:

Nintendo DS:
Children of Mana
Final Fantasy Fables: Chocobo Tales ( Chocobo and The Magic Picture Book)
Dragon Quest Heroes: Rocket Slime
Dragon Quest Monster Joker
Dragon Quest IX
Egg Monster Hero
Final fantasy III
Final Fantasy XII: Revenant Wings
Final Fantasy Crystal Chronicles: Ring of Fates
Final Fantasy Tactics A2: The Sealed Grimoire
Front Mission 1st
It’s a Wonderful World
Itadaki Street DS
Mario Hoops 3-on3
Seiken Densetsu: Heroes of Mana.
Game Boy Advance:
Dragon Quest Monsters: Caravan Heart
Final Fantasy I & II: Dawn of Souls
Final Fantasy IV Advance
Final Fantasy V Advance
Final Fantasy VI Advance
Final Fantasy Tactics Advance (no Japão lançado ainda como Squaresoft)
Kingdom Hearts: Chain of Memories
Slime Morimori Dragon Quest: Shougeki No Shippo Dan
Sword of Mana
Nintendo Game Cube:
Final Fantasy: Crystal Chronicles
Nintendo Wii
Dragon Quest Sowrds: The Masked Queen and The Tower of Mirror
Final Fantasy Crystal Chronicles: The Crystal Bearers

WonderSwan Color
Dice de Chocobo

Celulares:
ActRaiser
Aleste
Before Crisis: Final Fantasy VII
Brave Sho2
Code Age Brawls
Dirge of Cerberus Lost Episodies: Final Fantasy VII
Dragon Quest I
Dragon Quest II
Dragon Quest Monsters
Drakengard
Final Fantasy EX
Final Fantasy I
Final Fantasy II
Final Fantasy VII SnowBoarding
Final Fantasy Agito XIII
Front Mission 2089
Hecite Fusion
Musashi Den II
Musashi Mobile Samurai
The Portopia Seria Murder Case
Monotone

PC Games:
Bakusou Yankee Damashii
Fantasy Earth: The Ring of Dominion
Final Fantasy XI (lançamento japonês como Squaresoft)
Final Fantasy XI: Rise of the Zilart
Final Fantasy Xi: Chains of Promathia
Final fantasy XI: Treasures of Aht Urhgan
Front Mission Online
Concerto Gate

Playstation 2:
Ambrosia Odyssey
Code Age Commanders
Dirge of Cerberus: Final Fantasy VII
Drakengard
Drakengard 2
Dragon Quest & Final fantasy in Itakadi Street Special
Dragon Quest V
Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King
Dragon Quest Yangus
Final Fantasy X-2 (no japão lançado como Squaresoft)
Final Fantasy XI (idem)
Final Fantasy: Rise of the Zilart
Final Fantasy XI: Chains of Promathia
Final Fantasy XI: Treasures of Aht Urhgan
Final Fantasy XII
Front Mission 4
Front Mission 5: Scars of The War
Front Mission Online
FullMetal Alchemis and the Broken Angel
FullMetal Alchemist 2: Cure of the Crimson Elixir
FullMetal Alchemist 3: Kami o Tsugu Shoujo
Grandia III
Hanjuku Eiyuu Tai 3D
Hanjuku Hero IV
Heavy Metal Thunder
Kingdom Hearts II
Kingdom Hearts II Final Mix +
Musashi: Samurai Legend
Radiata Stories
Romancing SaGa: Ministrel Song
Seiken Densetsu 4: Dawn of Mana
Star Ocean: Till the End of Time
Valkyrie Profile2: Silmeria

Playstation3:
Final Fantasy XIII
Final Fantasy Versus XIII
Valkyrie Tactics

PSP:
Crisis Core: Final Fantasy VII
Valkyrie Profile Lenneth
Itadaki Street Portable
Final Fantasy Tactics: The Lion War
Xbox360:
Final Fantasy XI
Project Sylpheed


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