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Sex, 09 de Dezembro de 2011 19:02

As batalhas funcionam de uma maneira simples e, para aqueles que já se acostumaram com jogabilidades tais como em Kingdom Hearts, não demora a acostumar com ela. Jogando se percebe que nada tem a ver com os sistemas vistos antes, lembrando uma mescla daquilo que se tem em Crisis Core e em Kingdom Hearts, mas ainda sim é algo mais único.

Os comandos dos golpes são colocados nos botões de comandos, que podem ser customizados, trocados de botão e outras coisas. Por padrão, o botão  lança o golpe comum do personagem, um golpe que não pode ser mudado, mas ao se trabalhar as habilidades dos personagens é possível melhorá-lo. O golpe principal, normalmente, é um combo de três golpes e, após abrir habilidades dos personagens, ao segurar para frente tem um combo diferente, ou para trás ou para os lados. Isso faz com que seja interessante evoluir essas habilidades para novos combos, que também podem ser combinados para novos modos de combater.

Os botões  e  já podem ser modificados. É opção do jogador colocar neles alguma magia elemental ou um golpe especial do personagem. Estes golpes especiais tem várias opções, alguns formados de combos outros de forma diferente como carregar um disparo mais forte e outras coisas e, assim como o golpe comum, pode ser evoluído da mesma maneira, obtendo novas formas de golpes, ou em alguns casos algo somente mais forte.

Por exemplo, o personagem Ace vem com um golpe especial padrão em que ele faz uma carta flutuar ao seu redor e, apertando , ele ataca com o efeito da tal carta. Retirando uma carta azul, recupera HP, uma amarela, MP, uma vermelha, lança uma bola de fogo. O personagem pode colocar até 4 cartas a flutuar ao seu redor, ampliando a força desse golpe. Ao evoluir esse golpe especial o personagem fica mais rápido para colocar esta carta a flutuar ou evoluir uma habilidade que aumenta a probabilidade de que ele coloque uma carta vermelha ou outro tipo. No caso de Eight, as evoluções do seu primeiro golpe principal surgem novos golpes ao colocar o direcional para frente e, por ser um personagem de combate físico, seus combos melhoram.

No botão  fica a habilidade de esquivar dos golpes. Basta estar movendo o personagem e apertar o botão que ele rola no chão para desviar de um golpe. Mas, se o personagem estiver parado e o segurar o botão  ele carrega e usa a habilidade de defesa, que pode ser uma de recuperar HP, curar status negativos ou ganhar algum positivo ou até mesmo de ressurreição.

As batalhas são com três personagens, onde somente o líder é controlado pelo jogador. Os outros dois a AI deles faz o resto do serviço, variando de acordo com o personagem e habilidades que eles estão equipados no momento. Mas os personagens são facilmente trocados, tendo então um novo líder na batalha. Cada personagem tem uma maneira única de ser jogado, isso expande gigantescamente as combinações de golpes nas batalhas ou táticas para derrubar um inimigo. Existem aqueles que a batalha de longe serão o grande trunfo, enquanto outros terão sucesso somente no combate mais próximo, então as táticas e o modo de combater fica unicamente nas mãos do jogador, já que temos 14 personagens e cada um com seu modo de combate.

Outro detalhe interessante das batalhas é o que é chamado de Sight-seeing. Os inimigos abrem uma brecha em suas defesas e, com um golpe, o inimigo está morto ou muito da sua vida é tirada. Mas isso não impede de matar um inimigo ao velho modo de centenas de golpes, mas esse modo facilita muito e, contra inimigos poderosos, não existe outra escapatória se não usar disso. O jogo mostra quando o inimigo tem essa brecha e, no fim, é só atacar que é o fim para ele, principalmente contra os inimigos nas missões da história. Outros monstros das side-quests já não são tão simples, o sight-seeing já é mais raro ou mais difícil de acertar, mas sempre causa um dano estupendo.

Contra os bosses do game não se tem muitas opções e acaba que o sight-seeing a única maneira de vencer. Porém, os bosses chegam a ser mais fáceis que atravessar uma missão inteira. Tanto os inimigos comuns quanto os chefes são capazes de matar seu personagem com um ou dois golpes, maioria das vezes por descuido ao levar um golpe ou tentando acertar o sight-seeing, principalmente atravessando as missões onde aparecem vários inimigos ao mesmo tempo. Já contra os chefes fica mais simples, quase sempre sozinhos e ao acertar um golpe durante o sight-seeing eles ficam imobilizados e é só descer o sarrafo com os melhores golpes que já foi praticamente a metade da vida dele. Resumindo: as missões é um deus nos acuda e é bom se acostumar em receber uma tela de game over; os chefes alguns combos de golpes e de um a três minutos ele já foi vencido.

Ao iniciar uma missão é possível escolher 3 sistemas de golpe especial: Summon, Trinity Attack ou Suzaku Magic.

Um sistema intrigante é o dos summons. No momento do desespero não se hesita em conjurar estas criaturas mas seu preço é alto: o personagem que o conjurou morre. Sim, o que deixa o uso dos summons limitadíssimo. Muitos sequer vão utilizar eles por conta disso. Como visto em outros FFs, aqui o jogador também tem o total controle do summon, tendo comandos básicos e especiais como os personagens.
Trinity Attack, o sistema padrão, é compost de um ataque especial que todos os três personagens usam ao mesmo tempo. Um pouco inútil, seu dano não é muito elevado mas custa apenas a barra de golpe especial. Suzaku Magic também, parecido com o Trinity porém em forma de magia.

Fora desses moldes, existem missões onde existem uma espécie da batalha tática, onde o jogador tem a possibilidade de alocar soldados para atacar outras cidades e a missão, normalmente, é dominar todas as cidades daquela região. Apesar de, em um primeiro momento, um sistema interessante, com o tempo se nota que de tático mesmo tem nada e chegar a ser cansativo e chato estes momentos, tendo um alivio em momentos que é preciso entrar na cidade e matar o general dela, em um modo de batalha comum.